O "Moluene" que queria ser Presidente

 

Era uma vez, um "Moluene" que vivia agitando e ofendendo as pessoas em sua volta. Num belo dia o "Moluene" foi chamado publicamente de "Moluene", isto deixou-o totalmente desconfortável, quase que partiu para fazer o uso da força física simulando agredir em forma de ameaça a pessoa que lhe chamará de "Moluene".  Assim sendo o "Moluene" demonstrava claramente as suas habilidades e diplomas de "Moluene".

Ele gosta tanto de ofender os outros e uma simples retribuição de ofensas que adequam a realidade, o "Moluene" decidiu ser o que ele é, agressivo e Marginal. Já imaginaram um dia o "Moluene" tornar-se presidente de algum lugar, acho eu que iria agredir os munícipes todos os dias da sua vida!

Por tanto, num mundo onde o tempo tece as linhas do destino, há um termo que ressoa como um eco persistente, penetrando os cantos mais sombrios da sociedade: "Moluene". Essa palavra, que carrega consigo o peso de comportamentos desorientados e não exemplares, é um testemunho da necessidade premente de crescimento e maturidade.

Ao abordar o "Moluene", encontramos não apenas uma expressão linguiística, mas um reflexo de atitudes que deveriam ser relegadas ao passado à medida que o relógio da vida avança. A conotação de marginalidade que acompanha esse termo não é apenas uma descrição sem sentido, mas sim um chamado à responsabilidade e à evolução pessoal.

Quando a juventude é desculpável em seus excessos, a persistência do "Moluene" na maturidade é como uma mancha que se recusa a desvanecer. É como se algumas almas se apegassem teimosamente a padrões comportamentais que deveriam ter sido superados com a chegada da sabedoria que os anos oferecem. É um chamado para quebrar as correntes do comportamento desviante e abraçar a serenidade que a idade deveria naturalmente trazer.

É crucial compreender que o "Moluene" não é apenas um termo, mas uma escolha, uma postura perante a vida. À medida que as décadas avançam, espera-se que a experiência adquirida seja um farol orientador, não uma desculpa para perpetuar atitudes marginais. O verdadeiro crescimento reside na capacidade de aprender com os erros passados e transcender as limitações que uma vez nos definiram.

Assim, instigar uma mudança do "Moluene" implica não apenas em abandonar uma palavra, mas em redefinir a própria essência. É um apelo para que as pessoas abracem a responsabilidade e reconheçam que a verdadeira maturidade não está apenas na idade, mas na capacidade de evoluir constantemente, deixando para trás comportamentos desorientados que só servem para perpetuar ciclos prejudiciais.

Que um dia as pessoas possam olhar para trás e ver o "Moluene" como uma fase superada, uma sombra que não define mais quem são. Pois, em última análise, o verdadeiro triunfo está em transcender as limitações autoimpostas, tornando-se uma versão mais sábia e compassiva de si mesmo.

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