Deixem o Lil Wayne de Moz em Paz!
A
crítica feita recentemente pela cantora Iveth Marlene no Programa televisivo "Moçambique
em Concerto" da TV Sucesso, em relação a Lil Wayne de Moz por não possuir graus
académicos de seu nível, e sua afirmação de que ele não pode representar os letrados
na gestão da coisa pública, é questionável em vários aspectos. Primeiramente, a
qualificação acadêmica não é o único critério para alguém ser um bom
representante ou gestor público. A experiência, a empatia e a capacidade de
compreender as necessidades do povo são igualmente importantes. São vários os exemplos de pessoas que transformaram o mundo e que não possuíam altos graus académicos, tal como alguns libertadores da pátria amada moçambicana e outros do mundo inteiro.
Lil Wayne de Moz, como parte da lista da FRELIMO em Nampula, conseguiu a vitória em um escrutínio, o que demonstra que os eleitores confiaram nele para representá-los. Isso sugere que ele pode ter qualidades e habilidades que vão além de sua formação acadêmica.
Além
disso, é importante lembrar que ninguém é perfeito, e todos cometem erros em
algum momento de suas vidas. Mas chamar alguém de “moluene ou marginal” e afirmar
que não pode ter a capacidade para dirigir é, sem dúvida, um desvio moral. O debate
sobre ética e deontologia profissional, ou o código de conduta, deve ser
aplicado a todos, independentemente de sua formação acadêmica.
Cada
um tem sua própria maneira de participar na vida da pólis, e Lil Wayne de Moz
escolheu a sua. Em vez de denegrir os outros, é importante promover um debate
construtivo e respeitoso. A crítica da Iveth Marlene, mesmo com a ajuda de Gabriel Junior tentando-lhe trazer a lucidez de sua consciência, parece ter sido movida pela
emoção e pelo desejo de fama, em vez de contribuir para um diálogo político
saudável. Como Lil Wayne de Moz disse, “São os tais satanases mesmo.” Em vez de
criticar, seria mais produtivo trabalhar juntos para o bem da comunidade e do
país.

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